Jovens em MISSÃO no tempo de pandemia

O texto de I Coríntios 13 é famoso… usado em casamentos de cristãos ou não, cantado por Renato Russo (e muitos pensam que a letra é dele), gravado na voz incrível de Cid Moreira, etc. E este texto termina assim: “…permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor”- I Coríntios 13:13. Quanta profundidade neste texto! Já parou pra pensar? O maior dos sentimentos que subsistem é o amor. E como é difícil amar!

Ligado a isso, em Mateus 5, a partir do verso 39, lemos sobre um sentimento mais excelente, de um amor mais excelente! O texto nos chama para ir além, para fazer mais do que normal, mais do que os outros já fazem. Somos chamados a avançarmos do modelo atual, somos convocados a representar um amor que transcende nossa humanidade e nossa carne… o texto nos desafia: “quero que vocês amem mais, quero que o seu amor vá além, quero que seu amor faça mais do que os outros fazem ou falam!”. A expectativa de Deus para nós é que, definitivamente, façamos diferença.

É nesse contexto que nossa missão não pode parar! Nossa missão segue a recomendação feita ao jovem Timóteo de que devemos continuar a missão, continuar a pregar “a tempo e fora de tempo” (I Timóteo 4:2). Ainda… o texto diz: esteja “preparado” (leia lá). “Preparado para quê?” Você pode perguntar. Eu te respondo: “Sinceramente? Para qualquer coisa!”. Tem como se preparar para algo como o que está acontecendo agora? De verdade, não! Então, agora, diante da realidade, precisamos agir. Agir de maneira sábia, inteligente, inspiradora, inovadora. Ative estratégias, projetos, sonhos. Transforme toda a força em missão, em pregação do evangelho, em demonstração do amor que de nós brota! 

A missão poderá te marcar, talvez causar algum ferimento (físico, emocional, espiritual), cansar, te fazer repensar se vale a pena sair do isolamento, de se colocar na linha de frente… tudo isso poderá acontecer, mas haverá um peso de glória sobre você, haverá recompensa, haverá vitória. Termino citando uma frase de Bergólio: “prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças”. Isso é viver o amor citado logo no inicio!

Pense nisso um pouco, ore e então, !

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